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domingo, 22 de abril de 2012

Padaria Veiga

Visita de estudo á Padaria Veiga

Era uma manhã fria de Inverno. Eu pelo menos estava completamente congelada, mas às 8h em ponto lá estava eu e os colegas na porta do CFPSA prontíssimos e bem-dispostos para a nossa primeira visita de estudo. E era nem mais nem menos a uma padaria.
Todos entusiasmados dirigimo-nos á estação para apanhar o metro pois a padaria situava-se em Vila do Conde.
Durante o tempo de viagem estávamos sempre animados, parecia que tinha-mos voltado á infância.
Depois de um tempo a andar lá chegamos á padaria e a emoção de ver como tudo era feito começou a crescer dentro de nós.
Entramos depois de nos equipar-mos a rigor, pois tínhamos de cumprir as normas de higiene e lá começa-mos a nossa visita com um guia que era nem mais nem menos o dono da pastelaria.
O senhor Veiga com o seu ar gorducho mostrou-se muito orgulhoso pelo seu trabalho mas também um tanto ou quanto gabarolas.
Vimos fornos enormes e amigos do ambiente, enquanto o senhor Veiga explicava-nos a forma de fabrico e vendas daquela empresa.
Fomos andando oficina adentro e o encanto que eu tinha no início, desvaneceu-se, pois quase tudo era feito pelas máquinas, existia pouca mão-de-obra e então foi a desilusão completa.
Depois de ver tantos bolos, já começava a dar-me a fome, mas infelizmente não nos foi oferecido nem uma natinha.
Terminou então a nossa visita de estudo, e pela cara dos colegas no final penso que eles também ficaram um pouco desapontados como eu e como é óbvio a atitude de gabarolas do senhor Veigas também contribuiu um pouco para essa desilusão.

Alfândega

Visita de estudo ao edifício da Alfândega do Porto

Uma hora da tarde. Estávamos nós formandos do curso de Cozinha e Pastelaria a preparar-nos para sair do centro CPSA para apanhar o autocarro em direcção ao edifício da Alfandega. O tempo estava bom por isso alguns formandos decidiram ir a pé. Estávamos todos entusiasmados e animados quando chegamos á porta.
Após uma breve espera pelos formadores Filipe e Dora, entramos no local da nossa visita. No hall havia duas mesas, situadas em paredes expostas. Estavam repletas de panfletos, flyers e agendas culturais da cidade do Porto.
Continuamos andando museu a dentro até que nos apareceu uma guia, super simpática que nos presenteou com uma palestra e conduziu-nos até um espaço amplo. Espaço este semelhante a um armazém.
No entanto depois dessa mini palestra levou-nos a ver uns compartimentos que retractavam épocas anteriores mais ou menos do ano 1920, la tivemos a noção de como apareceu a rádio e a televisão e de como as famílias viviam nessa época.
 Tudo o que havia em cada compartimento fazia-nos voltar atras no tempo, como se nós tivéssemos entrado numa máquina do tempo e recuado, estavam decorados minuciosamente com peças e mobília antiga.
 Há medida que íamos andando os quartos também avançavam na época, até que chagamos aos dias de hoje.
 Chegamos então a uma área ampla onde se situavam em paredes opostas duas salas com grandes fachadas, ambas adornadas com grandes portas de vidro. Na fachada de uma delas havia varias televisões embutidas que transmitiam imagens de pessoas. Parecia que elas é que nos estavam a ver. Esta sala era o estúdio de televisão.
Abriram-se as portas do estúdio. Entrar ali, foi como entrar num outro mundo. Holofotes e camaras estavam apontados a três cadeirões. No lado oposto, um compartimento vidrado, a régie, albergava uma serie de equipamentos: monitores, mesa de mistura, computadores, etc.
Este foi o palco para o programa que nós preparamos que era uma espécie de programa de culinária onde existia um chefe e as suas assistentes.
 As actividades no estúdio de televisão foram finalizadas com a captação de imagens do grupo todo e com a gravação, num DVD de tudo o que ali foi feito.
De seguida, dirigimo-nos á estação de radio. Esta, como o estúdio de televisão, tinha também grandes portas de vidro. Uma vez dentro, deparamo-nos com uma grande mesa redonda com auscultadores e dois microfones em cima. Encostada á mesa redonda, estava o, obsoleto mas funcional, equipamento de emissão e locução, um gira discos, leitores de CD e de cassetes e um REVOX (equipamento áudio que faz os registos em grandes bobines de fitas). Havia também, vários álbuns em vinil.
Sentamo-nos á volta da mesa e começamos então a nossa entrevista que tínhamos preparado umas semanas antes.
Terminada a entrevista tivemos então direito á cassete com a mesma gravada. E por fim acabou a nossa visita de estudo.
Confesso que saí do museu satisfeita, adorei a experiencia e com certeza que voltarei a repeti-la futuramente.

                                

                                

Porto Histórico

Visita de estudo pelo Porto Histórico

No dia 24 de Maio de 2011 fomos fazer uma visita de estudo pelo Porto.
O nosso mediador António Pinto foi o nosso guia durante esta visita que confesso que foi divertidíssima.
Saímos do curso CFPSA logo depois do almoço e fomos andando a pé, descendo os Aliados e fizemos a primeira paragem em frente á estação de S.Bento onde todos com bastante atenção escutamos a história do tal edifício.
Logo depois fomos subindo a rua até á ponte D.Luis, atravessando-a até ao lado de Gaia mais precisamente até ao Jardim do Morro onde ouvimos de novo o mediador António Pinto dando-nos explicações de certos monumentos e contando-nos suas histórias.
Depois de estarmos um pouco parados na entrada de Gaia voltamos para o Porto em direcção á Sé do Porto. Percorremos o seu espaço todo em redor e então começamos a descer pelas ruas antigas e históricas da cidade.
Chegamos então á igreja dos Grilos e diga-se de passagem, é uma igreja lindíssima tanto por fora como por dentro. Andamos a tirar fotos a tudo sempre divertidíssimos e bem-dispostos apesar de fazermos a visita toda a pé. 
Continuamos então a nossa visita saindo da Igreja dos Grilos e descendo por entre ruas e vielas muito conhecidas a nível mundial e fomos até á Praça da Ribeira.
O dia estava óptimo bem ensolarado, nem parecia que no dia anterior tinha estado cinzento.
Subimos até á Casa do Infante onde novamente paramos para ouvir histórias mirabolantes do tempo do Infante D. Henrique.
Atravessamos a rua e continuamos até ao Palácio da Bolsa, não entramos pois não tínhamos a visita de estudo marcada na agenda deles. Ficamos pela porta mas ainda conseguimos espreitar para algumas salas que lá tem.
O nosso tempo de visita foi escasso pois para visitar tudo tínhamos de ter saído do CFPSA logo pela manha o que não aconteceu.
Subimos então até ao miradouro e de lá conseguimos ver todo o esplendor de monumentos que existe na cidade do Porto.
Terminamos a nossa visita na Igreja dos Clérigos onde esta estava a ser visitada por vários turistas. Também muito bela e muito rica por dentro.
Depois de tantos quilómetros feitos pelo nosso pé voltamos para o curso satisfeitos e a pedir nova visita de estudo para breve.
                                       

Biblioteca e Caves do Vinho do Porto

 Visita de estudo Biblioteca e Caves
No dia 18 de Outubro a turma do CFPSA foi a uma visita de estudo que foi mais do tipo uma aventura.
Eram 8h da manha e todos os alunos já se encontravam nas instalações do CFPSA bem-dispostos e para uma aventura matinal.
Enquanto isso eu estava á porta da biblioteca Municipal do Porto á espera que os colegas chegassem.
Nessa manhã estava um tempo esquisito e estava um pouco de frio, o que vale é que eu vi o tempo antes de sair de casa e agasalhei-me.
Os colegas chegaram com a professora Olga e demos inicio á nossa visita pela biblioteca.
Eu nunca tinha entrado naquela biblioteca mas fiquei fascinada pelo edifício histórico, não imaginava que naquele edifício onde eu passo quase todos os dias, um dia existiu ali um convento e que tinha tanta história.
Foi-nos destinada uma guia que nos contou quase ao pormenor a história da biblioteca e o seu funcionamento.
Começa-mos então a andar pelas salas e corredores enquanto a guia nos explicava como funcionava as instalações.
Vi-mos jornais muito antigos mas também muito bem cuidados e existia também salas enormes com gavetas cheias de informações sobre os livros existentes naquele espaço.
A sala que eu achei mais interessante e pouco tempo permanece-mos lá foi a sala de áudio onde os funcionários gravavam os livros em áudio para que os invisuais pudessem também ter acesso aos mesmos.
Descemos então por umas escadas e fomos dar de novo ao hall do edifício e apercebemo-nos assim que a visita tinha terminado, despedimo-nos da nossa guia e partimos a pé em direcção ao elevador dos Guindais na Batalha. Eu já tinha andado no ascensor e não foi novidade nenhuma por isso aproveitava para amedrontar os colegas dizendo que aquilo andava muito rápido. Com a minha brincadeira acabei por assustar alguns colegas.
A vista dentro do elevador é magnífica posso até dizer deslumbrante.
Chegamos então até ao cais da Ribeira do Porto e fomos em direcção aos barcos, e os colegas foram fazer um passeio pelo Rio Douro, eu não participei nessa viagem pois o meu medo não deixa que tal aconteça.
Eles fizeram o seu passeio e enquanto isso eu fui para o cais de Gaia esperar por eles.
Os colegas e a professora no entanto chegaram e seguimos em direcção às caves do vinho do Porto, fomos á Calém onde tivemos de aguardar para poder-mos prosseguir a nossa vista.
Ao meio dia iniciamos a nossa visita pelas caves. Fomos muito bem recebidos pela nossa guia.
Enquanto andávamos a guia explicava a história das caves e do vinho do Porto.
As instalações são fantásticas sem dúvida e a maneira como a guia nos explicava criava um sentimento de pertença aquele lugar.
A guia explicou-nos as diferenças dos vinhos e quando estes devem ser consumidos, explicou-nos também o processo de filtragem e amadurecimento dos mesmos.
No final dirigimo-nos para uma sala onde se encontrava mesas e bancos enormes e sentamo-nos numa mesa do fundo onde á nossa frente se encontrava dois copos para cada um. Um dos copos continha vinho do Porto branco e outro tinto. Começa-mos então a beber e na minha opinião gostei muito do tinto.
Terminou assim a nossa visita de estudo pelas caves e agora reflectindo tenho a noção que o edifício em si está muito bem cuidado, tanto por fora como por dentro. Nota-se o cuidado que os funcionários têm com as instalações pois aquele espaço já sofreu com as vaias cheias que acontecem ali naquela zona.
Adorei esta vista e posso afirmar que fiquei fã tanto da biblioteca como das caves, só tive pena foi não andar de barco, mas o medo não me deixa entrar nesse tipo de aventuras. 

Biblioteca Almeida Garrett

 Visita de estudo á biblioteca Almeida Garrett

No passado dia 28 de Julho de 2011 a turma do CFPSA do curso de Técnico de Cozinha e Pastelaria foi ao Palácio de Cristal com o intuito de visitar a biblioteca Almeida Garrett.
Era de manhã e estava um dia óptimo. De merenda às costas lá fomos nós pelas ruas velhas da cidade, apreciando o que de melhor a invicta reserva aos olhares mais curiosos.
Após cerca 20 minutos de caminhada lá chegamos ao nosso destino.
Depois de conversarmos um pouco diante daqueles jardins maravilhosos, lá nos dividimos em grupos, cada um com as suas folhas, para analisar o funcionamento da biblioteca.
Percorremos todos os cantos e recantos do edifício e fomos escrevendo o que víamos.
Por fim juntamo-nos todos cá fora e cada um deu o seu parecer negativo e positivo do edifício e seus funcionários.
Quando olhamos para o relógio, estava na hora de almoço e lá fomos nós com as lanjeiras procurar o local ideal para montarmos o nosso pic- nic. Almoçamos sempre animados e depois fomos para um jardim e voltamos a ser crianças. Corremos, brincamos enfim, parecíamos todos umas crianças no corpo de adultos.
Foi um dia excelente, fiquei fã daquele lugar e ainda hoje vou lá para ir á biblioteca ou apenas passear pelo parque fantástico.  

Aveiro

 Visita de estudo a Aveiro

20 de Janeiro de 2012, 8h00 da manhã, estação de comboios de Campanhã e a turma do CFPSA toda reunida para mais uma aventura diária. Mas esta era uma aventura diferente.
Em vez de aulas iríamos até á linda cidade de Aveiro numa visita de estudo á Oficina dos Ovos-moles.
Entramos no comboio um pouco antes da sua partida, tavamos ansiosos pela chegada á cidade, mas ainda tínhamos quase uma hora de viagem pela frente. Enquanto isso fomos no comboio conversando para o tempo passar mais rapidamente.
Entretanto chegamos á Veneza de Portugal. Saímos da estação e fomos a pé descendo a Avenida Dr Lourenço Peixinho, passamos por uns cafés e decidimos parar para tomar o pequeno-almoço num deles. Terminamos então de tomar o pequeno-almoço e continuamos a descer a Avenida directamente para a Oficina dos Ovos-moles.
Chegando á entrada da Oficina esperamos um pouco e apareceu uma menina muito simpática que nos conduziu até onde iríamos descobrir o segredo do fabrico dos Ovos-moles.
A menina apresentou-se e fez um breve discurso de como nasceu o doce típico de Aveiro e como era vendido no século XIX. Visionamos um pequeno filme onde descobrirmos que o doce começou a ser confecionado por freiras como aproveitamento das gemas, pois elas utilizavam as claras dos ovos para engomar os hábitos.
Logo em seguida do visionamento do filme, foi-nos proposto fazer Ovos-moles e claro que todos aceitamos o desafio e animados fizemos ali mesmo uma linha de montagem, onde alguns enchiam as hóstias e outros cortavam.
No final acabamos por comer o que fabricamos.
Depois desta aventura, despedimo-nos e agradecemos a atenciosidade da menina e viemos embora.
Paramos em frente á Ria á espera da professora Cristina e enquanto ela não vinha fomos apreciando a vista magnífica que a Ria reserva aos seus visitantes.
A professora Cristina apareceu e lá fomos nós até ao Mercado do Peixe ver o que se vendia por ali.
Devo dizer que aquele local á noite é totalmente diferente do que é de dia.
Viemos embora e fomos em direcção ao Fórum de Aveiro para almoçarmos um pouco á pressa, pois tínhamos de voltar para o Porto porque ainda tínhamos aulas da parte de tarde.
Voltamos para a estação um pouco em jeito de correria para apanharmos de novo o comboio para o Porto.
Eu pessoalmente adoro a cidade de Aveiro e claro adorei a visita e a descoberta do segredo dos Ovos-moles que eu tanto gosto e que afinal não tem segredo nenhum.
A cidade em si é fantástica, muito limpa e calma, um dos locais que eu escolheria para viver sem dúvida nenhuma.






Casa da Música

Visita de estudo á Casa da Música

Durante as sessões de Cultura, Língua e Comunicação também tivemos direito a uma visita de estudo deveras especial. Essa visita foi á Casa da Musica na companhia do formador Filipe Fonseca.
Estava um dia incrível de primavera e claro estávamos todos bem-dispostos para mais uma descoberta.
Entramos e tivemos de esperar um pouco para que nos fosse eleito um guia, e no entanto la apareceu ele.
Enquanto circulávamos por entre corredores e salas o guia foi-nos explicando que a Casa da Musica foi imaginada para comemorar o ano festivo de 2001 pois a cidade Invicta foi consagrada a Capital Europeia da Cultura e por isso a Casa da Musica foi construída a pensar exclusivamente na música.
Falou-nos também como o projecto havia sido definido e o concurso que foi feito de arquitectura para eleger o melhor projecto para a sua construção.
Existiu um atraso na sua construção por isso a Casa foi inaugurada no dia 15 de Abril de 2005 sem esta estar finalizada.
A Casa da Musica foi concebida para ser a casa de todas as músicas e de vários espectáculos.
A Casa acolhe um projecto cultural, inovador e abrangente pois assume a dinamização do meio musical nacional e internacional nos diferentes tipos de música.
Já la tinha estado mas como é óbvio não percorri os cantos e recantos da Casa, mas com esta visita guiada e da forma como tudo nos foi explicado valeu bem a pena a construção deste ícone da Invicta pois quem vê de fora acha normalmente um edifício feio.
Eu também achava mas neste momento adoro ate a própria arquitectura, pois aprendi a historia real e o porque daquele formato.






Casa de Serralves

Visita de estudo a Serralves

Na última sessão de Cidadania e Profissionalidade tivemos uma aula diferente, pois em vez de estarmos fechados entre quatro paredes fomos ate á Fundação de Serralves, explorar os jardins e ver uma exposição de pintura.
Fomos então entrando em direcção o museu e já lá estava uma guia á nossa espera para nos explicar o funcionamento do museu.
A guia explicou-nos que o objectivo do museu da Casa de Serralves tinha e tem como objectivo a constituição de colecções de arte contemporânea portuguesa e internacional e apresenta exposições temporárias, colectivas e individuais e também programas pedagógicos. Na instituição desenvolvem ainda projectos com jovens artistas.
Também nos foi contado a história do museu e o porquê da sua arquitectura.
Fomos então ver a exposição de Eduardo Batarda intitulada “Outra vez não”, confesso que não me agradou muito pois a pintura não faz muito o meu género, e os quadros eram um pouco complicados de se perceberem pois de perto víamos uma imagem e de longe outra completamente diferente.
Naquele dia não pudemos visitar tudo pois era segunda-feira e estava praticamente tudo fechado ao público.
Depois da visita á exposição fomos passear pelos jardins fantásticos existentes na fundação.
Enquanto olhava a paisagem e nos era indicado como esta havia sido recuperada íamos passeando e fazendo os percursos do parque, e sabendo as plantas e arvores existentes apenas naquele local.
Gostei bastante desta visita de estudo excepto a parte da exposição pois como já referi não fazia o meu estilo, mas quanto ao resto gostei bastante, os jardins e os lagos são belíssimos.