Visita de estudo á Padaria Veiga
Era uma manhã fria de Inverno. Eu pelo menos estava completamente congelada, mas às 8h em ponto lá estava eu e os colegas na porta do CFPSA prontíssimos e bem-dispostos para a nossa primeira visita de estudo. E era nem mais nem menos a uma padaria.
Todos entusiasmados dirigimo-nos á estação para apanhar o metro pois a padaria situava-se em Vila do Conde.
Durante o tempo de viagem estávamos sempre animados, parecia que tinha-mos voltado á infância.
Depois de um tempo a andar lá chegamos á padaria e a emoção de ver como tudo era feito começou a crescer dentro de nós.
Entramos depois de nos equipar-mos a rigor, pois tínhamos de cumprir as normas de higiene e lá começa-mos a nossa visita com um guia que era nem mais nem menos o dono da pastelaria.
O senhor Veiga com o seu ar gorducho mostrou-se muito orgulhoso pelo seu trabalho mas também um tanto ou quanto gabarolas.
Vimos fornos enormes e amigos do ambiente, enquanto o senhor Veiga explicava-nos a forma de fabrico e vendas daquela empresa.
Fomos andando oficina adentro e o encanto que eu tinha no início, desvaneceu-se, pois quase tudo era feito pelas máquinas, existia pouca mão-de-obra e então foi a desilusão completa.
Depois de ver tantos bolos, já começava a dar-me a fome, mas infelizmente não nos foi oferecido nem uma natinha.
Terminou então a nossa visita de estudo, e pela cara dos colegas no final penso que eles também ficaram um pouco desapontados como eu e como é óbvio a atitude de gabarolas do senhor Veigas também contribuiu um pouco para essa desilusão.
Todos entusiasmados dirigimo-nos á estação para apanhar o metro pois a padaria situava-se em Vila do Conde.
Durante o tempo de viagem estávamos sempre animados, parecia que tinha-mos voltado á infância.
Depois de um tempo a andar lá chegamos á padaria e a emoção de ver como tudo era feito começou a crescer dentro de nós.
Entramos depois de nos equipar-mos a rigor, pois tínhamos de cumprir as normas de higiene e lá começa-mos a nossa visita com um guia que era nem mais nem menos o dono da pastelaria.
O senhor Veiga com o seu ar gorducho mostrou-se muito orgulhoso pelo seu trabalho mas também um tanto ou quanto gabarolas.
Vimos fornos enormes e amigos do ambiente, enquanto o senhor Veiga explicava-nos a forma de fabrico e vendas daquela empresa.
Fomos andando oficina adentro e o encanto que eu tinha no início, desvaneceu-se, pois quase tudo era feito pelas máquinas, existia pouca mão-de-obra e então foi a desilusão completa.
Depois de ver tantos bolos, já começava a dar-me a fome, mas infelizmente não nos foi oferecido nem uma natinha.
Terminou então a nossa visita de estudo, e pela cara dos colegas no final penso que eles também ficaram um pouco desapontados como eu e como é óbvio a atitude de gabarolas do senhor Veigas também contribuiu um pouco para essa desilusão.









