domingo, 22 de abril de 2012

Cultura, Língua e Comunicação NG5

Reflexão final CLC NG 5


Nesta reflexão bastante importante no meu ponto de vista, reparo que jamais conseguiria viver sem estas ferramentas que sinceramente tornam a minha vida muito mais facilitada, pois por vezes as informações estão disponíveis na hora.
No NG5 DR1 começamos por falar dos telemóveis e como ao longo dos tempos se tornaram indispensáveis na vida das pessoas e como ao longo dos anos foram adquirindo novas funcionalidades e como influenciaram a organização do quotidiano. Eu já não vivo sem o meu, pois tem tudo o que se possa imaginar.
Como é de conhecimento de todos, também se criou uma nova linguagem, a chamada linguagem SMS, na qual os S’s são trocados por X’s, o Q por K, o Z por X e as palavras muito abreviadas.
Depois dos telemóveis, passamos para o DR2 e falamos sobre os computadores e do seu uso como ferramenta de trabalho e lazer e de como esta pequena máquina veio realizar uma era de mudança radical na sociedade.
Por causa do computador, diversos aspectos da nossa vida têm vindo a sofrer grandes transformações e, com o acesso à Internet, a vida de todos ficou muito mais facilitada pois podemos falar com pessoas que se encontram distantes e tudo isto em tempo real. No entanto, a era dos computadores também permitiu um afastamento das relações cara a cara.
Eu sou suspeita para falar em computadores, pois eu não vivo sem o meu, sou completamente viciada no meu “bichinho”.
Concluo assim por dizer que esta tecnologia da qual nos servimos quase que obrigatoriamente, paradoxalmente nos une, limita e separa.
Na era da comunicação não temos tempo para relações estáveis e é no computador que encontramos essas mesmas.
Essa é a tecnologia que nos rouba o tempo para conviver e saborear a vida.
Do DR2 passamos para o DR3 onde falamos dos mass media e da sua importância, o quanto os jornais, a rádio, a televisão, as revistas e a publicidade afectaram o nosso quotidiano. O excesso de informação que chega até nós, todos os dias, a todas as horas, é incrível.
Fizemos também uma visita de estudo ao Museu dos transportes e telecomunicações na Alfândega do Porto e podemos ver como tudo funciona na realidade na Rádio e na Televisão. Foi deveras educativa esta visita de estudo. Eu pessoalmente adorei a visita e aposto que toda a turma também.
E por fim no DR4 trabalhamos a questão dos blogues e até criamos um em nome da turma, onde cada formando ficou incumbido de postar algo à escolha.
O blogue está aberto ao público, por isso todos os formandos devem ter especial cuidado com o que expõem, pois podem enunciar algo da sua vida pessoal a terceiros.
Nunca sabemos quem é a pessoa que está do outro lado do computador. Por isso, em qualquer rede social, devemos ter o máximo cuidado com tudo o que falamos e fazemos nesses sites. Aliás, a propósito deste assunto, achei particularmente interessante o filme “Social Network” que vimos durante a sessão de CLC que abordava a criação e o desenvolvimento da rede social Facebook da qual sou adepta e capaz de passar lá horas enfiada. Mas apenas adiciono quem conheço, pois não quero arriscar a pôr a minha vida e a vida dos meus amigos em perigo.

Cultura, Língua e Comunicação NG6

Reflexão final CLC NG6

O módulo de Cultura Língua e Comunicação 6 foi leccionado por dois formadores, o formador Filipe Fonseca e a formadora Olga Alpoim.
No DR1 o tema foi a construção e arquitectura e elaboramos trabalhos sobre materiais de construção e suas características, falamos sobre os diferentes estilos de vida existentes, dos espaços da habitação e respectivas funcionalidades. Fizemos também uma elaborada pesquisa sobre casa típicas portuguesas e demos a conhecer um pouco o local onde habitamos. Por fim construímos a nossa casa de sonhos virtualmente.
Enquanto decorria o DR1 também começamos a dar o DR2 e o tema deste DR foi basicamente a urbanidade e ruralidade, aprofundando um pouco mais esta matéria fizemos um trabalho em Power Point sobre a vida na cidade e a vida no campo e descobrimos as vantagens e desvantagens desses mesmos estilos de vida. Também cada um teve de elaborar um trabalho sobre uma aldeia histórica portuguesa, eu fiz sobre Marialva e descobri coisas fantásticas dessa aldeia antiga.
Lemos um texto intitulado “Crónicas de falar Lisboêtes” e tivemos um mini debate sobre as expressões populares e as várias pronúncias portuguesas, a animação foi geral pois existiam expressões deveras engraçadas.
No DR3 falamos sobre o estado e o cidadão e elaboramos um trabalho em que consistia descobrir de que modo o estado se comunica com os cidadãos e se os seus comunicados conseguem chegar a todos os lugares do pais.
E por fim no DR4 o tema foi as mobilidades locais e globais onde também fizemos trabalhos mas estes sobre a imigração e os problemas que os imigrantes têm para conseguirem sobreviver. Assistimos a documentários que eu confesso terem sido um pouco chocantes principalmente para mim pois sou totalmente a favor da imigração e já vi de perto o que alguns imigrantes sofrem nas mãos de certas pessoas.
Convém frisar que o DR1 e o DR4 foram leccionados pelo formador Filipe Fonseca, excelentemente pois o formador sabe como dar a matéria sem fazer com que seja muito pesada O DR2 e o Dr3 foi dado pela formadora Olga Alpoim, formadora. Também excelente pois tem um poder de cativar os formandos de uma maneira nunca vista.
Aprendi bastante durante todo este módulo e foi principalmente muito interessante ver a minha capacidade de aprendizagem de matérias que antes não me diziam absolutamente nada. Ganhei ainda mais respeito principalmente pelos imigrantes pois quem sabe se um dia não sou eu a estar na mesma situação que eles.

Cultura, Língua e Comunicação NG7

Reflexão final CLC NG7

Em Cultura Língua e Comunicação, Núcleo Gerador 7, mais precisamente no DR1 contamos um pouco da história da nossa vida fazendo uma biografia nossa. Claro que não foi a historia completa, mas sim um resumo do que somos e quais os obstáculos que durante a nossa vida tivemos de enfrentar.
De seguida falamos sobre os textos literários e textos não literários, isto já no DR2 e elaboramos um trabalho em Word com textos pesquisados na internet, aprendemos também o que seria um texto científico.
Abordamos os processos e métodos científicos e a sua importância em pesquisas e o que contribui para o bem-estar da população.
No DR3 abordamos alguns assuntos polémicos dos dias de hoje tais como o casamento e adopção por casais homosexuais, o aborto, a eutanásia etc.
Elaboramos um trabalho sobre a ciência e a controvérsia pública e eu escolhi o tema dos extraterrestres, pois penso que é um assunto que ainda origina muita discussão.
E por fim chegamos ao DR4 onde o assunto predominante foi as mudanças sociais tanto no ensino, como na paternidade ou até no crescimento da mulher para cargos onde há uns anos atrás só existiam homens a liderar.
Fizemos também uma visita de estudo á biblioteca municipal Almeida Garrett no Porto, foi um dia muito bem passado.
A biblioteca na minha opinião tem um espaço excelente, está muito bem organizada é super arejada e sossegada.
O espaço de natureza ao seu redor tornou o espaço ainda mais apelativo.
Durante o estudo deste núcleo gerador apercebi-me que nos dias que correm ainda existe pessoas com a mente muito fechada e estão fechados no seu mundo.
Foi uma óptima aprendizagem sem dúvida. Com certeza irá ter os seus frutos num futuro próximo.


CLC - LEI - Inglês

Reflexão Final

O módulo de Inglês – Iniciação teve como principal objectivo a criação de um conjunto de competências entre as quais o falar da própria língua e a sua compreensão.
A aprendizagem do Inglês foi uma mais-valia por diversos motivos e tipos de relações pois com este tipo de aprendizagem tornou-se muito mais simples compreendermos e falarmos a língua, deixou de ser uma barreira linguística no caso de pensarmos imigrar.
Durante as aulas de Inglês – Iniciação, abordámos vários temas básicos, mas essenciais para o nosso quotidiano, tais como: a apresentação de nós mesmos e dos que nos rodeiam, as horas, os dias da semana, os meses, entre outras coisas.
Foram-nos transmitidas ainda noções básicas de gramática para sermos capazes de estruturar correctamente uma conversação.
Sendo este módulo de formação de iniciação, achei as aulas bastante fáceis, uma vez que tive Inglês durante o meu percurso escolar no ensino regular. A matéria leccionada durante as 50 horas foi uma revisão do que tinha aprendido há alguns anos atrás, mas que entretanto havia esquecido.
Pessoalmente gostei de toda a matéria dada, pois foi como reviver o meu 5º ano.
A formadora Dora foi extremamente profissional e mostrou-se sempre pronta a ajudar e a esclarecer alguma dúvida quando necessário.


CLC LEC - Inglês

Reflexão final

Depois de concluir o módulo de Inglês – Iniciação, começámos o módulo de Inglês – Continuação e esse já foi um pouco mais complicado.
Entre outros temas, tomámos conhecimento de verbos regulares e irregulares nas formas afirmativa, negativa e interrogativa. Aprendemos também alguns verbos modais, o tempo meteorológico e como construir ou modificar frases a partir daquilo que aprendemos.
O aspecto no qual tive mais dificuldade foi na aprendizagem das direcções.
Elaborámos um trabalho de grupo para apresentarmos na sala de aula e tivemos de a fazer o mais possível em Inglês foi um pouco complicado confesso mas o resultado final foi bastante positivo pois o meu grupo de trabalho esforçou-se na apresentação e consegui aprender bastante.
No final da unidade, assistimos a um filme com o título “O discurso do rei”, filme esse que eu achei muito bom porque nele demonstrava que pode aparecer-nos várias barreiras ao longo da vida mas com persistência acabamos por realizar os nossos objectivos.
Apesar de ter sentido um pouco de dificuldade neste módulo, concluo que fiz uma óptima aprendizagem e que estou bem preparada, se um dia quiser emigrar para um país onde se fale Inglês.

Higiene e Segurança Alimentar

Reflexão de higiene e segurança alimentar

As doenças alimentares são uma das preocupações da população, principalmente nos grupos mais vulneráveis como crianças e idosos. A maioria dos microrganismos leva ao aparecimento de toxinfecções alimentares.
Durante as sessões fiquei a saber que a maioria das toxinfecçoes alimentares têm origem em superfícies, utensílios de cozinha, mãos contaminadas e contaminação cruzada. Os microrganismos estão presentes em muitas partes do corpo onde eles vivem e desenvolvem-se.
As pessoas devem entender a higiene como uma forma de proteger a sua saúde, assim como os comportamentos a ter durante a sua manipulação, pois as mãos são um dos principais veículos de contaminação.
O código de boas práticas que foi-nos leccionado foi importante pois sinto que estou mais preparada para o mundo do trabalho e mesmo para o meu dia-a-dia.


Sistema HACCP

Reflexão HACCP
O sistema HACCP é uma ferramenta importante ao nível da segurança alimentar, descreve-se pela prevenção dos perigos no decorrer do processo dos alimentos e não pelo controlo do produto final.
Através do HACCP pretende-se entender o processo produtivo nas suas diferentes fases, aplicando-se a toda a cadeia alimentar, desde a produção primaria até chegar ao consumidor final, analisando, para cada passo os potenciais perigos. Desta forma são identificados os pontos críticos de controlo a considerar no processo.
Aprendi que é um sistema de segurança alimentar que permite controlar os principais perigos que podem ocorrer nas diversas fases de processamento de um alimento.
Identifica-se os problemas antes destes surgirem e estabelece-se  medidas para o seu controlo, em todas as fases da produção, de modo a garantir a segurança dos alimentos.